sexta-feira, 15 de janeiro de 2010

Redes sociais: só 10% das empresas envolvem a TI nos projetos

Relatório aponta ainda que 90% das organizações não criaram regras específicas para uso das ferramentas e só 14,28% têm políticas para desenvolvimento de soluções



Se a utilização das redes sociais está hoje amplamente disseminada dentro das organizações, ainda falta o envolvimento da TI e a criação de políticas para utilização dessas ferramentas. A constatação faz parte de um estudo conduzido pela universidade britânica Henley Business School, em parceria com a espanhola IESE Business School e com a Rochester Institute of Technology, dos Estados Unidos.

O levantamento aponta que entre as 105 empresas consultadas, 75% delas utilizam as redes sociais - 50%, o Twitter especificamente – para atingir seus clientes. Apesar disso, só 10% das organizações contam com o envolvimento direto da TI nesse tipo de iniciativa. Um cenário que, de acordo com o relatório, gera perdas, na medida em que não há uma integração entre essas ferramentas e os sistemas corporativos.

Por outro lado, só uma em cada sete companhias (14,28%) ouvidas no estudo tem alguma política para desenvolvimento das ferramentas ligadas às redes sociais. E apenas 10% criaram alguma regra específica a respeito do uso dessas soluções dentro das empresas, com o intuito de garantir a confidencialidade e a segurança das informações.

Sobre o potencial das redes sociais, o levantamento mostra que as pequenas e médias empresas adotam esses ambientes de forma bastante intensiva para gerar oportunidades de negócio. No entanto, quanto maior a companhia, menos a adoção desse tipo de ferramenta. De acordo com o relatório, isso deve-se à natureza pouco estruturada dos ambientes de Web 2.0 e que gera insegurança nas organizações.

Caminho para o sucesso

O estudo aponta que uma estratégia bem-sucedida de uso corporativo das redes sociais depende do endereçamento de onde, como e qual o objetivo das iniciativas. Além disso, exige a escolha das ferramentas certas e do gerenciamento de como os funcionários podem utilizá-las.

O principal responsável pelo levantamento, o professor da IESE Business School, Evgeny Kaganer, afirma ainda que as empresas precisam se preparar para a transformação que será gerada por esses novos ambientes. “Ignorar o aumento do uso e a influência das redes sociais e da Web 2.0 cria um risco para as organizações de uma utilização errada das ferramentas, aumentando as possibilidades de divulgação indevida de informações e a distorção da imagem da companhia”, relata o especialista.

(Anh Nguyen)

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